WAY
- PR
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Esta página não tem ligação com o fabricante deste buggy!!! |
A Way localiza-se no Paraná, fabricando buggies com qualidade e responsabilidade há vários anos. Em 2004, fez um acordo comercial/industrial com a BRM, de São Paulo, onde eles continuam fabricando a carroceria do novo Way e a BRM coloca seu chassi, motorização e realiza a comercialização. Belo acordo, pois une duas empresas de alta qualidade e amplia o mercado. A Way, como era de se esperar, já teve suas cópias espalhadas pelo Brasil. A pior delas, foi apresentada na revista 4R, como o "buggy do milênio"... leia o desabafo do empresário: ======= Prezados senhores, admiradores e usuários de buggys, Tenho sempre acompanhado suas discussões, e percebo que este seja o lugar correto para lhes fazer uma denúncia. Sou diretor e proprietário da WAY, fabricantes de produtos em fibra de vidro, e de buggys desde 1974. Falo aqui em nome de nossa empresa e em nome da ética profissional. Recebemos, há cerca de um ano e meio atrás o contato de alguém da loja TAHITI em São Paulo, interessado em revender nossos carros em São Paulo. Fizemos a proposta, e no final das contas, a TAHITI adquiriu apenas 1 kit (caroceria em fibra sem pintura) para montar. Nunca mais entraram em contato conosco. Acontece que no início deste ano ficamos sabendo que alguém estaria copiando nosso BUGWAY em São Paulo. E, no mês passado, tivemos a chance de VER com os próprios olhos o que fizeram com nosso buggy. Alguns devem ter lido a reportagem na revista 4 Rodas também. Não temos nada contra se inspirar num modelo para construir outro, porém, quero que todos saibam que fizeram este dito "novo" modelo, sobre uma carroceria nossa. Consultamos advogados, pois somos donos da patente deste modelo, porém disseram-nos que dificilmente conseguríamos algo, pois a lei de baseia em alguns itens diferentes, e no resultado final, e não se o carro LEMBRA o outro ou não. Desta forma nada nos resta a fazer, além de contar-lhes a verdade, e dizer que achamos uma falta de ética profissional da WALK, que ainda tem a petulância de colocar em sua reportagem na revista 4 rodas, que "aquilo" é o bugue do novo milênio, e que estão inovando. Qualquer designer irá perceber que não há nada de inovador naquilo, e que ainda tiraram as partes mais bonitas de nosso carro. Nossos designers só lamentam mais um "frankenstein" entre os buggys. As empresas que desenvolvem modelos novos, que aplicam anos e mais anos de trabalho em seu desenvolvimento, precisam ser respeitadas, senão através das LEIS, que ainda são INSUFICIENTES, mas pela ética das pessoas... Somos defensores da criatividade, da inovação, e sempre lutaremos contra a imitação e todos aqueles que desejem sucesso fácil, sem esforço e sem ética... Peço a todos que compreendam nossa situação, que divulguem nossa nota entre os bugueiros e profissionais da área. Muito Obrigado Andrey Cechelero |
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| Depois,
em 2001, lançou um modelo que mudou um pouco a maneira de se pensar
buggies, retomando um pouco, aquele estilo de carro esporte de alguns
modelos da década de 70. É um belo buggy... |
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