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inserido no site em 10/04/2004
 

Olá galera do planeta. Meu nome é André, sou de Vila Velha, ES.

Conheci o site por acaso e gostei muito da iniciativa e do próprio site, muito bem elaborado, muitas dicas, fácil de navegar, belas fotos etc...vocês estão de parabéns. E sendo assim, eu me dou o direito de compartilhar com vocês, amantes do buggy, um dos nossos momentos de alegria e lazer.

O meu bugre é esse aí vermelho com uma pintura do Eddie - para quem não conhece, trata-se de um mascote que representa uma das mais famosas bandas inglesas de heavy metal da História, da qual sou fã de carteirinha, o Iron Maiden – e o outro bugre da foto – o vermelho mais escuro - pertence à um grande amigo, o Milquinho, ou Milquicha. Entenderam né?

Vou contar uma breve história desses dois carros que já fazem parte, há tempos, das nossas vidas e das nossas mais loucas aventuras.

O chassis do meu bugre – na verdade ele pertence ao meu pai, grande Luizão - era um Volks TL 71 (ano do bugre) que pertenceu ao meu avô, que passou para o meu pai, e que com o tempo – diga-se 23 anos - a compra das peças para mantê-lo estava cada vez mais difícil. Veio a idéia então de transformar o querido TL, que já fazia parte da família desde a sua saída da Cegonha, num carro que não tivesse os problemas que os carros antigos “convencionais” apresentam como, ferrugens, peças em falta no mercado, problemas de junta etc... Resolvemos então fazer um BUGRE. Isso em 1994.

Como já sabíamos que aqui mesmo no interior do estado do Espírito Santo havia uma fábrica de bugre, mandamos o chassis do “velho” possante para transformá-lo num “novo” possante. Levamos para a cidade de Alegre, onde fica a fábrica do COYOTE. E não nos arrependemos pela transformação, pelo contrário, assim que passamos a conhecer melhor as qualidades que um carro desses têm, e tudo o que ele pode nos proporcionar, ficamos cada vez mais apaixonados por ele e pelo nosso Estado, principalmente pela natureza exuberante e muito diversificada, com praias e montanhas a menos de 40 minutos, e que conhecemos melhor e mais de perto devido às aventuras de bugre.

Para o passeio, nós só escolhemos a direção para saber qual o destino a seguir, sem medo de arrependimentos. O único critério que usamos é o seguinte: se o tempo estiver fechado, com possibilidades de chuva ou se já estiver chovendo, saímos à caça de alguma trilha no interior, numa roça, para “brincar” na lama.

Milquinho, participante assíduo das nossas farras, resolveu fazer um bugre também. Comprou uma velha Brasília, ano 80, que segundo ele, estava com um motor razoavelmente bom – na primeira semana com o bugre nas mãos, ele teve que comprar um outro motor!! – e mandou o chassis para Alegre, em 1997. Pronto! Tínhamos mais um COYOTE para nos acompanhar nos passeios. E que passeios! Usamos de verdade um bugre. Usamos como eles realmente devem ser usados. Cuidamos muito bem deles, tanto que durante a semana vou para o serviço normalmente no meu bugre, todo limpinho, tudo direitinho. Se chover, coloco a capota, se o tempo estiver bom, aprecio o belo litoral e o excelente clima de Vitória.

Porém, sugamos tudo o que eles podem nos oferecer, não temos receio em enfrentar um morro, uma pedra, troncos de grandes árvores caídas no meio do caminho (como vocês podem observar numa das fotos), atoleiros, dunas, seja lá o que for. Pois como o próprio nome diz, bugre significa ser do mato, índio etc... essas coisas! Não temos frescuras nenhuma.

Se por acaso ele ficar atolado, rebocamos, empurramos, cavamos, enfim... quando a situação está resolvida, tomamos uma gelada para relaxar. E se por acaso a situação estiver preta, tomamos mais uma cerveja, para não esquentar a cabeça e pensar melhor.

Essas fotos foram tiradas num desses passeios, são do interior do Estado, algumas são do município de Santa Leopoldina, uma região repleta de belas cachoeiras e montanhas mais belas ainda, outras são de Rio Calçado, interior do município de Guarapari.

A foto que mostra uma roda amassada foi tirada em Rio Calçado, é do bugre de Milquinho. Foi um descuido dele. Quando estava descendo uma ladeira, ele deixou o bugre pegar uma velocidade não muito segura, o que fez com que ele perdesse o controle, batendo num barranco. À essa altura o seu co-piloto, Giovanni, estava pronto para ejetar-se do bugre, uma cena que, depois do ocorrido e de tudo acabar bem, causou risos gerais na galera.

Foi aí que pensei “ainda bem que trouxemos o outro isopor, já pensou ficar sem cerveja nessa lonjura?”

Pois é! Além da roda amassada, perdemos também um isopor no acidente. Mas ganhamos mais uma grande estória!!

Abraços a todos e até a próxima aventura!


este é o Eddie...
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