| LAIO |
inserido
no site em 23/08/03 |
| Alô, Carlão!!!
A história desse carro é quase uma “aventura etílica” do Alf e do Vina. O causo foi o seguinte: quando fomos a Valença, no início do ano, passamos pelo Terminal de Bom Despacho, de onde tomamos o ônibus para aquela cidade. Na saída do Terminal, de dentro do ônibus, avistamos esse buggy num estacionamento. De longe, pareceu-nos ser um buggy Panda, do qual, há tempos, estamos devendo fotos para o Planeta. Combinamos de voltar para conferir... Pois bem, no dia 25 de julho, aproveitando uma folga do Vina, fomos a Itaparica e, no caminho, passamos no estacionamento para fotografar o buggy que pensávamos tratar-se de um Panda... Mas era um Laio. Começamos a fazer as fotos, despreocupados — Cada um com uma latinha de cerveja na mão —, quando o segurança do estacionamento berrou atrás da gente: “O que é isso aí?!”. Carlão, tem coisas que a cerveja e a paixão pelos buggies, às vezes, não nos deixam lembrar com tanta facilidade... Uma delas é de pedir permissão para entrar em propriedades privadas e fazer fotografias... (Gargalhadas). E lá estava o segurança, um rapaz franzino e assustado, com a mão na cintura — tentando simular uma arma — a nos observar atentamente. Saudamos o moço, alegres e meio bêbados, com a maior tranqüilidade do mundo. E explicamos que somos doidos por carros de fibra e que catamos fotos para o Planeta, etc, etc, etc. O rapaz, que se chama Caetano, relaxou e veio conversar com a gente. Disse que pensou que éramos da polícia — “Policiais”, de novo?!!! Isso é sina?!!! Gargalhadas. Depois, ficou tão brother que até nos levou para fazer fotos de uma Kombi 1968, toda original, que também estava no estacionamento. O que descobrimos do Laio foi isso: ele pertence ao dono do estacionamento, cujo nome não guardei. Vive lá, parado e coberto de poeira. O seu ano é 85, possui motor 1500 cc, com carburação simples. O pára-brisa é rebatível (segundo o Jairo, isso era original, de série). Deixei o meu telefone, caso o dono queira acrescentar outras informações, ou mesmo se quiser vender o bichinho. Foi isso aí. Depois de nos despedirmos do Caetano, seguimos viagem até Amoreiras, Itaparica, onde o Vina protagonizou algumas das cenas mais engraçadas que já vi na minha — curta, porém intensa — vida... Mas essa história, conto depois... Hehehe Abração, Alf |
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