inserido no site em 21/11/2004 |
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Vou contar um pouco desta história como adquiri este veiculo: estava louco para comprar um veículo de fibra, pois já tive 15 Pumas desde a 1972 fechada, até a 1982 conversivel. Vendi a última quando a minha filha nasceu em 1998, pois a Puma não tem espaço para levar criança, e começei a minha batalha na busca de comprar um veiculo de quatro lugares de fibra. Quando estava lendo o jornal primeiramão, me deparei com um anúncio que dizia assim: vendo Ragge. Nem sabia que carro era esse, liguei para a pessoa e ela me falou que era um jipe. Peguei o endereço e corri para o local (obs. à noite e num lugar perigoso de São Paulo, um bairro chamado Capão Redondo). Chegando no local, vi que o veículo esteva parado durante seis anos, no tempo e sem pintura, fibra todo trincada, sem tapeçaria, parte elétrica toda danificada, enfim, só os documentos estavam em ordem, pois o Ragge era do pai da pessoa que eu comprei desde 1989. Segunda a pessoa me falou, o pai dela comprou o Jipe Ragge em Mato Grosso do Sul, numa Fazenda e acabou virando o xodó da familia. Infelizmente, o pai dela veio a falecer em 1998 e, desde então, o veiculo ficou abandonado no quintal. Foi paixão à primeira vista! Quando bati os olhos, fiquei encantado imaginando ele pronto, só não sabia que ia me dar tanto gasto e dor de cabeça, mas está valendo. Não terminei a restauração ainda e acredito que ainda vai mais alguns anos pela frente. Posso afirmar uma coisa: onde eu ando com ele, não tem um que não olhe, e me pergunta que veiculo lindo e diferente! E nem terminei a restauração. Levei o Jipe Ragge no guincho até o sítio do meu sogro e desmontei ele todo. Eu mesmo restaurei todos os trincos, resinei e pintei ele todo por fora. Levou três meses para fazer isso, a mecânica dele é toda original motor 1.7 gasolina. Troquei recentemente o platô, disco e rolamento e descobri que o câmbio ainda é original do SP2. Coloquei as faixas laterais, mas ainda faltam muitas coisas para terminar. Cláudio José de Freitas |
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