inserido no site em 20/11/2004 |
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Hoje, só no Ceará existem seis fabricantes em pleno funcionamento: Cia. do Buggy (que produz o Cauype), Fyber, Marinas, Equus, Fibravam e Convert.
A Cia. do Buggy, que fabrica o Cauype, tem como diferencial a barra circular na carroceria, o que dá um reforço extra nas laterais, o que garante mais segurança ao motorista e passageiro. Com 13 funcionários, a Cia. entrega em média 4 carros por mês, a maioria para fora do Estado. Hoje a fábrica tem um modelo já feito, para pronta entrega, mas a espera para receber o carro é de 20 a 25 dias, informa o diretor da fábrica, André Avelino. O diretor aposta na onda bugueira e criou até financiamento próprio. Para pagar o buggy o interessado dá de entrada 50% do valor e parcela em até três vezes o restante. Hoje o Cauype custa R$ 18 mil. Mas para quem já tem um buggy antigo na garagem e quer ter um novo, Avelino criou uma promoção: a campanha renovação de frota. Basta dar o buggy antigo, uma entrada e parcelar o valor em até seis meses. Segundo o revendedor autorizado da Fyber, Artur Rêgo, hoje existe fila de espera para quem quiser um Buggy Fyber 2000W. Quem encomendar um hoje, por exemplo, só recebe daqui a trinta dias. A média de produção e de venda mensal é de dez modelos na fábrica, que tem 23 funcionários. O modelo mais vendido da marca custa R$ 22 mil e o mercado externo tem demonstrado interesse crescente pelo carro. O presidente da empresa, Vanildo Lima Marcelo, é também presidente do Sindicato dos Fabricantes de Veículos Especiais do Estado do Ceará. Seu buggy Fibravan custa, em média, R$ 22.500, mas ele garante: tem 22 itens a mais, exigência para a exportação. Entre os itens: cinto de segurança auto-retrátil, faróis reguláveis, trava nos bancos, que são também reclináveis, trava na bateria, dentre outros. Fabricando buggys desde 1983, Vanildo foi dono também da marca Cumbuco. Hoje, no Brasil, também tradicionais como ele só a BRM, fábrica de São Paulo, e a Selvagem, de Natal (Rio Grande do Norte). “Nos anos 80/90, a média mensal de venda no Ceará era de 250 buggys por mês”, lembra ele.
História O buggy surgiu na Califórnia, nos anos 60, pelas mãos do marinheiro Bruce Meyers. Batizado de Manx. Tudo começou porque na Califórnia alguns “malucos” de praia precisavam de um carro que pudesse andar nas dunas e tivesse fácil manutenção. Veio de tudo um pouco: carros feitos de madeira, plataformas de fuscas limpas e outras loucuras. Bruce Meyers começou tentando fazer um destes carros a partir de uma velha Kombi. Depois, desenvolveu seu próprio projeto. Ainda hoje o Manx é fabricado e tem seguidores em todo o mundo. Mais detalhes sobre a história do buggy no site: www.planetabuggy.com.br/historia André Marinho |
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| Artigo original em http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=206314 | ||||||||||||||
Clube dos apaixonados pelo buggy no Ceará |
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“Após o boom da década de 90, o buggy passou a ser usado como automóvel urbano pela maioria dos usuários, mas com o advento do Clube, volta-se a usar para o fim ao qual foi concebido”, explica o vice-presidente Josenildo Araújo. O Clube tem o apoio de três fabricantes: Cauype, Fyber 2000W e Marinas e é composto por pessoas de variadas atividades profissionais: militares, empresários, médicos, advogados, estudantes, funcionários públicos e liberais. Buggys tunados que nunca passaram pela areia e outros que passam a semana na garagem e nos finais de semana correm para as dunas fazem parte da turma. O vice explica que já tiveram intercâmbio de três buggyclubes dos estados do Pará, Salvador e Rio de janeiro. SERVIÇO: |
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